A Escola Profissional de Aveiro (EPA) realizou, terça-feira, um simulacro de incêndio na sua sede, com o objetivo de testar os procedimentos de emergência, a capacidade de evacuação do edifício e a articulação entre as equipas internas e os agentes de proteção civil.
O cenário definido para o simulacro partiu de um curto-circuito na zona da Receção e Secretaria, com a consequente deflagração de um foco de incêndio. O guião contemplou a tentativa inicial de combate pelas equipas de primeira intervenção, a existência de vítimas simuladas, a evacuação total do edifício e a sinalização de uma pessoa em falta no ponto de encontro.
A iniciativa destinou-se segundo a EPA a “testar a operacionalidade das Medidas de Autoproteção da escola, avaliar a emissão dos alarmes restrito e geral, verificar o funcionamento do plano de comunicações e analisar o desempenho das equipas de primeira intervenção, primeiros socorros e evacuação. O exercício procurou igualmente avaliar a transmissão do alerta, a coordenação entre intervenientes internos e externos e a organização da resposta perante uma situação de socorro e emergência”.
O planeamento do simulacro contou com a participação da Direção e do responsável de segurança da Escola Profissional de Aveiro, bem como com representantes do Serviço Municipal de Proteção Civil de Aveiro, da Polícia de Segurança Pública e dos Bombeiros Novos de Aveiro. A estrutura de observação foi concebida para acompanhar o desenvolvimento da ação e registar o cumprimento dos procedimentos previstos.
No final do exercício, realizou-se uma inspeção ao local para identificar eventuais anomalias, seguida de uma reunião de balanço com representantes das entidades envolvidas. “Este momento de análise permite identificar oportunidades de melhoria e reforçar a preparação da comunidade escolar para futuras situações de emergência”.
O edifício da Escola Profissional de Aveiro dispõe de Medidas de Autoproteção desde 2017. Com quatro pisos, acolhe aulas de ensino profissional, oficinas, laboratórios, apresentações públicas, atividades artísticas, palestras e conferências, estando classificado na utilização-tipo IX, correspondente a edifícios escolares, e na segunda categoria de risco.
“A realização periódica destes exercícios integra a estratégia da escola para reforçar a cultura de segurança entre alunos, colaboradores e restantes utilizadores das instalações, promovendo a familiarização com os procedimentos de atuação e evacuação em caso de emergência” conclui nota de imprensa.