Águeda, Aveiro, 22 de Fevereiro de 2024

Galeria da Torreira acolhe exposições de Paulo Carvalho e Aureliano Ribeiro

23 de Julho 2020

A Galeria Municipal da Torreira recebe, de 24 de julho a 3 de agosto, as exposições de fotografia de Paulo Carvalho e de pintura de Aureliano Ribeiro.

A abertura acontece amanhã,dia 24 de julho, pelas 21h30. A entrada é livre, sujeita ao cumprimento das normas emanadas da Direção-Geral de Saúde.

PAULO CARVALHO

Paulo Carvalho propõe agora uma abordagem clássica à paisagem natural, com uma forte carga dramática.
Paulo Carvalho nasceu em 1974, em Vila Nova de Famalicão, mas vive na Murtosa. Fez formação entre o Porto (Escola Secundária Soares dos Reis, onde concluiu 12º ano de Arte e Design) e Londres (LCP&DT – London Institute), onde concluiu com distinção o curso Professional Photography Practice em 1995. É fotógrafo profissional desde 1996.

No inicio da sua carreira de fotógrafo expôs colectiva e individualmente em Famalicão e no Porto. Foi reconhecido com o 2º lugar a nivel europeu no concurso “European integration in images”, organizado pela Leica e Lions Club International em 1992. Em 1993 recebeu o prémio especial do juri no Concurso Arte Jovem Famalicense. Em 1999 foi segundo no concurso “Faça uma pausa” da revista Forum Estudante, e foi também segundo no concurso “Moda e Património” organizado no âmbito do evento Portugal Fashion. Em 2008 expôs o projecto “Casa da Musica” no espaço Artmosferas no Porto.

Em Agosto de 2017 expôs individualmente na Galeria Municipal da Murtosa o seu trabalho Reset que é agora complementado com mais uma exposição dedicada quase em exclusivo ás paisagens marinhoas.

AURELIANO RIBEIRO

A arte sempre teve influência em todas as minhas ações.O teatro e a música fizeram parte do “início” da minha vida.

O gosto pela arquitetura levou-me a voos mais altos e em 2002 criei a New York City Restoration, Inc., empresa para a reabilitação de edifícios antigos com sede em Nova York e que perdura até ao momento. Mais tarde encontrei na pintura o meio alternativo de expressão, permitindo-me todos os dias no meu estúdio expressar emoções de uma outra forma apelando a outros sentidos.

Embora a maioria das minhas pinturas sejam abstratas, não tenho um estilo predominante e, na maioria das vezes, apenas pinto o que sinto ou desejo sentir.Encontro na pintura um meio de fuga, expressão e partilha; Gosto que as minhas pinturas sejam vistas, admiradas e criticadas.”


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